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O AMOR
PROIBIDO DE UMA FREIRA PORTUGUESA
Myriam Cyr
Formato: 16,2X23 Cm | Nº de Páginas: 216 | Preço:16,00
1ª Edição: Maio
de 2005
ISBN: 972-8605-76-5
«Estas 5 cartas
de uma freira portuguesa de 26 anos
dirigidas
a um oficial francês destacado na
sua cidade natal, Beja
(...) são de cortar a respiração»
Los
Angeles Times, 1 Janeiro 2006
«É necessário que
amemos como a freira portuguesa, com aquela alma ardente cuja marca incandescente nos foi
deixada nas suas cartas.»
Stendhal
«E acima de tudo, Mariana Alcoforado, aquela criatura incomparável, em cujas cinco
pungentes cartas se cartografa pela primeira vez o amor feminino... desenhado como que
pela mão de uma sibila. É-lhe concedido o diploma da arte de amar.»
Rainer Maria Rilke
Myriam Cyr, actriz de teatro internacionalmente famosa, expõe neste livro o resultado da
sua investigação meticulosa sobre as célebres Cartas atribuídas à freira portuguesa
do século XVII, Mariana Alcoforado. Cartas de um amor proibido entre uma freira
portuguesa e um oficial francês que vieram a inspirar a imaginação de poetas, pintores
e académicos de todas as épocas, ao mesmo tempo que o mistério acerca da sua autoria
persistia.
Em 1669, um livreiro parisiense publicou um pequeno volume chamado Cartas Portuguesas, que
pôs Paris em pé-de-vento. Quando se tornaram públicas nos salões de Paris, pensou
tratar-se da criação ficcional de um aristocrata francês. A ideia generalizada era a de
que uma mulher não poderia escrever palavras de tão surpreendente veracidade e beleza. O
volume tornou-se um best-seller da época, enquanto o oficial manteve um silêncio
cavalheiresco até à sua morte.
Eis que agora, depois de uma pesquisa meticulosa, Myriam Cyr defende de forma persuasiva a
tese segundo a qual foi de facto a freira, Mariana Alcoforado, quem escreveu as cartas, e
de que a sua experiência é uma das mais comoventes na história do amor proibido.
Séculos mais tarde, as cartas continuam ainda a falar-nos acerca de um amor que
transcendeu barreiras sociais e, em última análise, o próprio tempo. Ao afirmar
ousadamente que Mariana é a autora daquelas expressões espantosas, Cyr coloca-a no
panteão dos maiores poetas do amor.
Um excelente trabalho de pesquisa de leitura apaixonante de uma actriz americana que
dignifica este episódio da nossa História.
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