|
||
Compilado de Fontes Antigas por Paul Carus A Ésquilo congratula-se por publicar um grande clássico da divulgação da vida e mensagem de Buddha. O Evangelho de Buda já vendeu mais de 3 000 000 exemplares nos E.U.A. e foi introduzido oficialmente em escolas budistas e em templos no Japão e no Ceilão. Traduzido em muitas línguas ocidentais e orientais é agora publicado, pela primeira vez, em língua portuguesa. A maior parte do seu conteúdo deriva dos livros sagrados do Budismo e do velho cânone budista. Através das suas páginas, o leitor tem contacto com uma sabedoria com sabor a eternidade, muitas vezes transmitida através das histórias fascinantes da vida de Gotama Siddhattha, o Buda. O Evangelho de Buda é um clássico autoritativo sobre o Budismo, que interessa tanto a budistas como a pessoas de qualquer outra área cultural ou religiosa.
|
Evangelho
de Buda
«Um homem louco, sabendo que Buddha seguia o princípio do grande amor que advoga dar o bem em troca do mal, foi ter com ele e ofendeu-o. Buddha estava silencioso, apiedando-se da sua loucura. Quando o homem terminou com a sua ofensa, Buddha perguntou-lhe dizendo: 'Filho, se um homem recusar um presente que lhe é oferecido, a quem deveria pertencer?' E ele respondeu: 'Nesse caso deveria pertencer ao homem que o ofereceu.' 'Meu filho', disse Buddha, 'tu criticaste-me duramente, mas eu recuso-me a aceitar a tua ofensa, peço que a guardes para ti. Não será isso uma fonte de miséria para ti? Assim como o eco pertence ao som, e a sombra à substância, assim a miséria colherá o prevaricador sem hesitar'.» In LVII, «O Sermão sobre a ofensa» ____________________________________________________________________________ COLECÇÃO «SABEDORIA DO ORIENTE» Do amplo fundo cultural da história multi-milenar da humanidade
persiste na língua portuguesa a ausência de traduções de qualidade e de estudos
rigorosos e profundos no âmbito do impressionante legado cultural do Oriente que é
absolutamente essencial não escamotear, mormente esses grandes três pilares: a Índia,
a China e o Japão. Já no século XIX, Helena Petrovna Blavatsky, na sua visão global,
chamou a atenção para o estudo em profundidade das culturas orientais e, no século XX,
Mircea Eliade denominava assertivamente de «provincianismo cultural» a ausência de
olhar e de valorização dos estudiosos ocidentais face à dimensão riquíssima, no
plano cultural, das civilizações do Oriente.
II
VI VII
Esta colecção tem a direcção de José Carlos Fernández e o apoio do Círculo de Estudos Orientais da Nova Acrópole (www.nova-acropole.pt)
- Encomendar - |
|
|
||
|
||
Voltar à Página Principal | multimedia@esquilo.com | Pesquisas | Mailing List |