«Biblioteca de Nag Hammadi» e «Manuscritos do Mar
Morto»: as duas grandes descobertas de textos antigos publicadas pela Ésquilo.
A Biblioteca de Nag Hammadi, encontrada casualmente em 1945 no Egipto, e os Manuscritos
do Mar Morto, descobertos no deserto da Judeia entre 1947 e 1956, são considerados
dois dos achados arqueológicos mais notáveis de todos os tempos.
Na Biblioteca de Nag Hammadi encontram-se textos tais como: Evangelho de
Maria Madalena, Evangelho de Tomé, Evangelho de Filipe, Livro Secreto de João, Livro
Secreto de Tiago, Revelação de Pedro,
entre muitos outros tratados, na sua
maioria gnósticos cristãos.
Os Manuscritos do Mar Morto, que parecem ter sido escondidos pelos Essénios nas
grutas de Qumran, transformaram a forma como entendíamos a Bíblia hebraica, o Judaísmo
no seu período inicial e as origens do cristianismo.





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EVANGELHO
DE JUDAS
Antonio Piñero | Sofía
Torallas-Tovar
Formato: 16,2X23 Cm | Nº de Páginas: 144 | Preço:13,65
1ª Edição: Junho 2006
ISBN: 972-8605-79-X
1ª EDIÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA DO EVANGELHO
DE JUDAS
A reabilitação da figura de Judas no quadro do
pensamento cristão gnóstico através de um códice autêntico do cristianismo primitivo
«Palavras secretas da revelação que Jesus disse a Judas (
)»
[Início do Evangelho de Judas]
Descoberto em 1978 no Egipto, mas só divulgado publicamente em Abril de 2006, o Evangelho
de Judas está enquadrado no pensamento cristão gnóstico da Biblioteca de Nag
Hammadi (que inclui o Evangelho de Filipe, o Evangelho de Tomé e o
Evangelho de Maria Madalena, entre outros) já publicada pela Ésquilo em três
volumes.
Esta edição do Evangelho de Judas da autoria de Antonio Piñero, especialista
internacionalmente reconhecido no âmbito do gnosticismo e do cristianismo primitivo, e de
Sofia Torallas-Tovar, coptóloga eminente, proporciona em primeira mão ao público
português não só uma tradução rigorosa do texto copta como também uma explicação
inestimável para a compreensão do conteúdo deste escrito notável e dos princípios
fundamentais do ambiente ideológico em que se situa.
«O Evangelho de Judas vem ratificar a existência conhecida a partir de
citações indirectas de um texto que reabilita a figura do traidor e que
volta a trazer à luz do dia a existência de outros cristianismos que com o tempo se
desvaneceram quase totalmente.»
Antonio Piñero e Sofía Torallas-Tovar
«O núcleo essencial da gnose pode definir-se e sintetizar-se como o conhecimento dos
mistérios divinos reservados a uma elite (
).»
Idem
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ANTONIO PIÑERO
É professor catedrático de Filologia Neotestamentária na Universidade Complutense de
Madrid. Ensinou língua copta nesta Universidade na Secção de Filologia Bíblica
Trilingue. É editor e co-autor da série Apócrifos del Antiguo Testamento (7
vols., 1981-1985) e dos textos colectivos Orígenes del cristianismo, Fuentes
del cristianismo, Tradiciones primitivas sobre Jesús, En la frontera de
lo impossible: magos, médicos y taumaturgos en el Mediterráneo oriental en tiempos de la
Biblia. Entre as suas obras contam-se também El Nuevo Testamento. Introducción
al estudio de los primeros textos cristianos (1994; tradução para inglês 2003), El
otro Jesús. Vida de Jesús según los evangelios apócrifos (1996) e, em
conjunto com Gonzalo del Cerro, a edição multilingue dos Hechos Apócrifos de los
Apóstoles (2 vols., I, 2004).
SOFÍA TORALLAS-TOVAR
Doutora em Filologia Grega pela Universidade Complutense de Madrid, estudou também um ano
na Alemanha (Ruhr Universität Bochum) e três em Londres (UCL, Institute of Classical
Studies).
Actualmente é investigadora no CSIC, Instituto de Filologia do Departamento de Filologia
Grega e Latina, e é também conservadora da colecção de papiros da Abadia de
Montserrat.
As suas linhas de investigação são, por um lado, a papirologia grega e, por outro, a
situação linguística no Egipto desde a chegada dos gregos até à conquista árabe.
É autora de diversas obras científicas tais como a Gramática de Copto Sahídico
(CSIC, Madrid, 2001).
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