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IMPERADOR
JULIANO - O Filho do Sol
Benoist-Méchin
(Narrativa histórica)
Formato: 16,2X23 Cm | Nº de Páginas: 320 | Preço:18,50
1ª Edição: Março
2006
ISBN: 972-8605-68-4
A extraordinária vida de Juliano, o imperador-filósofo que, depois de Constantino, quis
revitalizar os Mistérios da Antiguidade Clássica e repor a tolerância religiosa no
Império Romano.
Uma narrativa histórica que se lê com fascínio da primeira à última página.
Benoist-Méchin reabilita com toda a justiça e rigor científico esta grande figura da
humanidade, que os seus detractores tentaram eliminar da memória dos séculos.
«O homem é a inteligência, é a sabedoria, é numa palavra o deus que está em
nós, e que em nós constitui a espécie de alma mais perfeita, aquela que Deus deu a cada
um como um génio, que nós dizemos residir na parte superior do nosso corpo, e que nos
eleva desta terra em direcção ao nosso parentesco celeste.»
Imperador Juliano
«No fim desta cerimónia, Juliano promulgou o seu primeiro Édito da Tolerância, pelo
qual todas as religiões estariam no mesmo pé de igualdade. (...) ao mesmo tempo, para
marcar a sua largueza de espírito, Juliano convocou ao palácio todos os bispos cristãos
arianos ou católicos para lhes pedir que pusessem um termo às suas
perpétuas dissenções e praticassem entre si esse espírito de tolerância que
reclamavam aos outros e que, pela sua parte, desejava ver chegar a todos. (...) A
repercussão desse Édito foi inimaginável(...). Letrados, teurgos e filósofos pensaram
que a Primavera tinha realmente chegado, que se veria renascer na sua integridade a
grande ordem dos séculos anunciada por Virgílio, e que Juliano era realmente o
Mensageiro do Sol. (...)
A sua reputação expandia-se ao longe (...) todos os amigos das Musas e dos outros deuses
acorriam para ele pelas estradas da terra e do mar, desejosos de o verem, de lhe falarem e
de o ouvirem. Uma vez junto dele, tinham dificuldade em partir, pois Juliano encantava-os
como uma sereia, não só pela sedução dos seus discursos, mas também pelo dom natural
que tinha em inspirar afecto. Sabendo amar muito, ensinava os outros a amar da mesma
maneira (...).»
Benoist-Méchin
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