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Fontes antigas do judaísmo e do cristianismo gnóstico publicadas pela Ésquilo

 

A Biblioteca de Nag Hammadi, encontrada casual­mente em 1945 no Egipto, os Manuscritos do Mar Morto, descobertos no deserto da Judeia entre 1947 e 1956, e o Evangelho de Judas, encontrado também no Egipto mas já em 1978, são considerados três dos achados arqueológicos mais notáveis de todos os tempos.Na Biblioteca de Nag Hammadi encontram-se textos tais como: Evangelho de Maria Madalena, Evangelho de Tomé, Livro Secreto de João, Revelação de Pedro, entre muitos outros tratados, na sua maioria gnósticos cristãos.Os Manuscritos do Mar Morto, que parecem ter sido escondidos pelos Essénios nas grutas de Qumran, transfo­maram a forma como entendíamos a Bíblia hebraica, o judaísmo no seu período inicial e as origens do cristianismo.O Evangelho de Judas, texto que oferece uma visão reabilitada da figura de Judas no quadro do pensamento cristão gnóstico, foi publicado pela Ésquilo em primeira mão em língua portuguesa.

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LIVRO DO MÊS

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MANUSCRITOS DO MAR MORTO
Geza Vermes


Formato:
16,2X23 Cm | Nº de Páginas: 640 | Preço:29 euros
1ª Edição: Junho 2006
ISBN: 972-8605-78-1


 

1ª EDIÇÃO  PORTUGUESA DE UM DOS MAIORES ACHADOS ARQUEOLÓGICOS DE TODOS OS TEMPOS

«Aquele que liberta os prisioneiros, devolve a vista aos cegos, levanta os abatidos. (…)
E o fruto ... não tardará para ninguém.
E o Senhor fará coisas gloriosas que nunca foram como Ele ...
Porque Ele curará os feridos, e dará vida aos mortos e trará boas-novas aos pobres.»


                                                                                                                                      «Fragmento da Ressurreição»
                                                                                                                                               4Q521 (pág. 393)


A descoberta dos Manuscritos do Mar Morto no deserto da Judeia, entre 1947 e 1956, foi um dos maiores achados arqueológicos de todos os tempos. Estes extraordinários manuscritos transformaram a forma como entendíamos a Bíblia hebraica, o Judaísmo no seu período inicial e as origens do Cristianismo.
Esta é a primeira publicação destes textos em Portugal, realizada a partir da edição recentemente actualizada de Geza Vermes, investigador académico de topo a nível mundial em matéria de Manuscritos do Mar Morto.

No seguimento da publicação da Biblioteca de Nag Hammadi e do Evangelho de Judas, a Ésquilo disponibiliza agora ao público português esta versão completa e de referência dos Manuscritos do Mar Morto que parecem ter sido escondidos nas grutas de Qumran pelos Essénios.

«Não há nenhuma tradução dos Manuscritos que seja mais legível e mais competente academicamente do que a de Geza Vermes.»

THE TIMES

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GEZA VERMES

 

Nasceu na Hungria em 1924. Estudou História Oriental e Línguas em Budapeste e Lovaina, e em 1953 doutorou-se em Teologia com uma dissertação sobre o enquadramento histórico dos Manuscritos do Mar Morto. De 1957 a 1991, leccionou em Inglaterra nas universidades de Newcastle upon Tyne (1957-65) e de Oxford (1965-91). Hoje em dia, é Professor Emérito de Estudos Judaicos e Membro Emérito do Wolfson College, mas continua a leccionar no Instituto Oriental em Oxford. É editor do Journal of Jewish Studies desde 1971, e exerce o cargo de director do Fórum para a Pesquisa em Qumran no Centro de Estudos Hebraicos e Judaicos de Oxford. O Professor Vermes é Membro da Academia Britânica e da Academia Europeia de Artes, Ciências e Humanidades. É doutorado em Literatura pela universidade de Oxford e foram-lhe atribuídos vários doutoramentos honoríficos pelas universidades de Edimburgo, Durham e Sheffield.

Publicou o primeiro artigo sobre os Manuscritos do Mar Morto em 1949 e o seu primeiro livro, Les manuscrits du désert de Juda, em 1953. Foi traduzido para inglês em 1956 com o título Discovery in the Judean Desert. É também autor de Scripture and Tradition in Judaism (1961, 1973, 1983); Jesus the Jew (1973, 1976, 1981, 1983); The Dead Sea Scrolls: Qumran in Perspective (1977, 1981, 1982, 1994); Jesus and the World of Judaism (1983, 1984); The Religion of Jesus the Jew (1993); e (juntamente com Martin Goodman) The Essenes According to the Classical Sources (1989); (juntamente com Philip Alexander) Discoveries in the Judaean Desert XXVI (1998) e (também juntamente com Philip Alexander) XXXVI (2000); An Introduction to the Complete Dead Sea Scrolls (1999, 2000); The Dead Sea Scrolls (The Folio Society, 2000); The Changing Faces of Jesus (2000); The Authentic Gospel of Jesus (2003) e Jesus in his Jewish Context (2003). Teve um papel de destaque no projecto de re-escrita da obra clássica de Emil Schürer The History of the Jewish People in the Age of Jesus Christ (1973-87). A sua autobiografia, Providential Accidents (1998), contém um vívido relato pessoal do seu envolvimento de uma vida com os Manuscritos do Mar Morto.


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