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Colecção
«Ciência e Consciência» - I:

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Colecção
«Ciência e Consciência» - II:

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Colecção
«Ciência e Consciência» - III:

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Colecção
«Ciência e Consciência» - IV:

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Colecção
«Ciência e Consciência» -V

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NEWTON HERÉTICO
Joaquim Fernandes | José Manuel Anes | Lima de Freitas


Formato:
16,2X23 Cm | Nº de Páginas: 144 | Preço:13,65
1ª Edição: Outubro de 2006
ISBN: 972-8605-88-9 | IColecção «Ciência e Consciência»: 6.º Volume

 

                              A FACE DESCONHECIDA DE NEWTON
                                  COMO TEÓLOGO E ALQUIMISTA

«Conhecíamo-lo como matemático, astrónomo e físico, mas afinal Sir Isaac Newton tem vindo a ser gradualmente revelado como um refinado teólogo e teísta, desde cedo mergulhado em complexas deduções proféticas dos textos bíblicos, «para aprender a linguagem de Deus», além do alquimista já consensualmente aceite pela historiografia das ciências (…).
Este compêndio tenta, assim, introduzir o leitor (…) nas modalidades menos «ortodoxas» e mais controversas do pensamento de Isaac Newton, afinal menos linear e pacífico do que o 'retrato' histórico a que nos habituáramos.»

                                                                                                                                          Joaquim Fernandes

«O alquimista surge, (…) como um sacerdote, o qual, pelo seu trabalho espiritual e pelo seu labor paciente e caridoso, converte (…) o chumbo em ouro (aurus non vulgi), a pedra bruta em pedra preciosa, lapidada e salvadora, a imperfeição corpórea em «corpo de luz» e o humano em divino. (…)
«Newton não era o primeiro do século da Razão, mas o último dos mágicos, o último dos Babilónios e dos Sumérios, o último grande espírito que se apercebia do mundo visível e do mundo do espírito (…) Porquê dar-lhe o nome de mágico? Porque ele considerava o universo inteiro e tudo o que ele contém como um enigma (…) Newton considerava o universo como um criptograma entregue pelo Todo-Poderoso»

                                                                                                                                       José Manuel Anes


COLECÇÃO «CIÊNCIA E CONSCIÊNCIA»

Uma nova colecção e uma colecção que se pretende nova. Capaz de acompanhar os desafios dos saberes complexos. A ilusão do linear vai-se esvaindo nas névoas do sonho positivista comtiano, conquanto resistam alguns dos seus fantasmas. 
Complexidade ou simplicidade? Que formato para a essência do mundo? Falamos do kosmos, bem entendido, no sentido naturalista dos antigos gregos, fisicamente ordenado, não do “mundo”, social e culturalmente organizado em torno de referências religiosas e morais. Falamos da riqueza, ainda por apreender, do unum in diversis – o universo – ao qual todas as coisas estão inapelavelmente sujeitas, em qualquer tempo e espaço.
Falamos desse universo, em que todas as coisas estão separadas no e pelo espaço, mas no qual, ao mesmo tempo, não há separação.
Falamos da consciência que temos desse universo, abismados perante o Todo, mas determinantes e necessários para a sua infinitude ao questioná--lo como tal. E das dimensões dessa consciência que irrompem, súbitas, na experiência humana desse espanto. 
Desse cosmos que nos absorve, emerge, ao que tudo indica, uma noção de complexidade onde parecem dissolver-se a ordem e a desordem. Dissolver-se ou completar-se? 
Ciência e Consciência é, pois, a continuação de uma viagem em busca da ordem invisível, dos principia que regem o cosmos. Caminho percorrido por Pitágoras, Descartes, Newton, Einstein e a física quântica, estranhamente coexistentes, para ser revelada por Alain Aspect ao testar o parodoxo EPR e o estranho “enamoramento” das partículas que, tendo interagido num dado momento, não mais se esquecem. Estejam onde estiverem... 
Gaston Bachelard dizia: “Só há ciência do oculto”. Desta desalentadora proposição, deduz Edgar Morin, que ”ao procurar o invisível, encontramos, por detrás do mundo das aparências e dos fenómenos, o “arrière-monde” das leis que, em conjunto, constituem a ordem do mundo”. Chegaremos a instituir essa fonte numinosa, além do mundo das aparências, das ilusões, dos epifenómenos? Ou como escreveu Shakespeare, haverá “mais coisas no céu e na terra que em toda a vossa filosofia”?
Uma colecção que não promete respostas, mas tão só fazer perguntas. E ao fazê-lo, questionando, estará a cumprir um desígnio essencial: fazer Ciência com Consciência.


A direcção do CTEC

 

Obras da mesma colecção editadas pela Ésquilo:

Em Busca da Realidade Divina

Fátima e Ciência

Teoria do Céu

Vida Depois da Morte

Nós, a Partícula e o Universo



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