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Arte,
História e Arqueologia
Pretérito (sempre) Presente
Vários autores
Formato: 16,2X23 Cm | Nº de Páginas: 336 | Preço:20,00
1ª Edição: Dezembro
de 2006
ISBN: 972-8605-94-3
«Ao fim de alguns anos, e de muitas atribulações,
publica-se finalmente o mais que merecido livro de homenagem àquele que foi um dos
maiores historiadores da Arte portugueses: Jorge H. Pais da Silva. (
)
Foi um daqueles professores que marcaram os seus discípulos. (
) Sempre disponível para guiar as
investigações e esclarecer as dúvidas, mesmo quando a traiçoeira doença o minava.
Fazia-o com a simplicidade dos verdadeiros sábios, e não do alto de uma qualquer
cátedra magistral. Tinha sempre um incentivo para todos aqueles que se iniciavam nos
difíceis caminhos da História da Arte.
(
) Recordo ainda hoje,
com muita saudade, Jorge Pais da Silva
»
Pedro Gomes Barbosa
«O património de uma Universidade tece-se e entretece-se do magistério e da obra
daqueles que a integram na diversidade dos campos do saber que cultivam, ao ritmo
do acontecer, no composto das gerações. (
)
Jorge Henrique Pais da Silva no domínio da História da Arte, no panorama do
País, no quadro da Universidade de Lisboa é, sem dúvida e com pleno cabimento,
uma dessas figuras maiores. (
) É justo por imperativos de justiça e de justeza que o
lembremos; é, em todos os outros registos, sempre bom recordá-lo.»
José Barata Moura
Teorizador do Renascimento e sobretudo do Maneirismo em
Portugal, Jorge H. Pais da Silva deixou marcas profundas na luta pela salvaguarda do
Património Cultural português, tendo participado em várias reuniões internacionais,
integrado nas missões portuguesas. Foi ele que concebeu, em grande parte, o organigrama
do que seria o futuro Instituto Português do Património Cultural.
As Acções de Defesa do património, que se estenderam por todo o País, foram também
projecto seu, embora não chegasse a ver a sua concretização. Foram os seus discípulos
que tomaram em mãos a sua realização.
E foi também da autoria de Pais da Silva o projecto do 1.º Congresso Internacional de
Defesa do património Cultural e Natural, realizado em Alcobaça, em 1978.
Com esta obra, a Ésquilo presta uma justa homenagem a uma das figuras mais marcantes da
Arte, da História e da Arqueologia portuguesas.
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