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Colecção
«Ciência e Consciência» - I:

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Colecção
«Ciência e Consciência» - II:

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Colecção
«Ciência e Consciência» - IV:

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Colecção
«Ciência e Consciência» - V:

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TEORIA DO CÉU
Immanuel Kant

Prefácio à edição Portuguesa de Joaquim Fernandes
Formato: 16X23 Cm | Nº de Páginas: 168 | Preço:14,00
1ª Edição: Setembro de 2004
ISBN: 972-8605-39-0

 

Uma Obra de Kant publicada pela primeira em Portugal
Immanuel Kant, o cosmólogo esquecido


«O grande filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804), falecido a 12 de Fevereiro de 1804, mais conhecido e estudado pelas suas “Críticas...” desempenhou um papel decisivo no debate sobre a vida extraterrestre e nas concepções cosmológicas elaboradas no decurso do século XVIII. (...) [Nesta] obra, quase esquecida ou subestimada, (...) o pensador de Könisgberg propôs noções essenciais para a Ciência do seu tempo e que se repercutiram até hoje.

(...) “os céus estrelados” imaginados por Kant não eram os céus da astronomia tradicional, da cosmogonia ptolomaico-aristotélica e do “mundo fechado”. Ao invés, o seu firmamento era de uma dimensão infinita, semeada de mundos sem fim, numa hierarquia de sistemas e em permanente evolução. Trata-se, de facto, de uma extraordinária antecipação de um cosmos mais próximo de nós, a concepção elaborada pelo filósofo alemão, mesmo que apenas parcialmente sustentada em termos científicos. Amputar este contributo do restante percurso gnosiológico do homem e do pensador é pretender ignorar o lugar e a função cultural da História e da Filosofia da Ciência.»

Joaquim Fernandes
Excerto do Prefácio


«Não hesitaria em arriscar tudo na verdade da minha proposição – se houvera alguma possibilidade de o fazer – a de que, pelo menos, alguns dos planetas que vemos, são habitados. Digo isto não apenas por mera opinião, mas com uma forte convicção de que existem habitantes nesses outros mundos». 

Immanuel Kant

 


COLECÇÃO «CIÊNCIA E CONSCIÊNCIA»

Uma nova colecção e uma colecção que se pretende nova. Capaz de acompanhar os desafios dos saberes complexos. A ilusão do linear vai-se esvaindo nas névoas do sonho positivista comtiano, conquanto resistam alguns dos seus fantasmas. 
Complexidade ou simplicidade? Que formato para a essência do mundo? Falamos do kosmos, bem entendido, no sentido naturalista dos antigos gregos, fisicamente ordenado, não do “mundo”, social e culturalmente organizado em torno de referências religiosas e morais. Falamos da riqueza, ainda por apreender, do unum in diversis – o universo – ao qual todas as coisas estão inapelavelmente sujeitas, em qualquer tempo e espaço.
Falamos desse universo, em que todas as coisas estão separadas no e pelo espaço, mas no qual, ao mesmo tempo, não há separação.
Falamos da consciência que temos desse universo, abismados perante o Todo, mas determinantes e necessários para a sua infinitude ao questioná--lo como tal. E das dimensões dessa consciência que irrompem, súbitas, na experiência humana desse espanto. 
Desse cosmos que nos absorve, emerge, ao que tudo indica, uma noção de complexidade onde parecem dissolver-se a ordem e a desordem. Dissolver-se ou completar-se? 
Ciência e Consciência é, pois, a continuação de uma viagem em busca da ordem invisível, dos principia que regem o cosmos. Caminho percorrido por Pitágoras, Descartes, Newton, Einstein e a física quântica, estranhamente coexistentes, para ser revelada por Alain Aspect ao testar o parodoxo EPR e o estranho “enamoramento” das partículas que, tendo interagido num dado momento, não mais se esquecem. Estejam onde estiverem... 
Gaston Bachelard dizia: “Só há ciência do oculto”. Desta desalentadora proposição, deduz Edgar Morin, que ”ao procurar o invisível, encontramos, por detrás do mundo das aparências e dos fenómenos, o “arrière--monde” das leis que, em conjunto, constituem a ordem do mundo”. Chegaremos a instituir essa fonte numinosa, além do mundo das aparências, das ilusões, dos epifenómenos? Ou como escreveu Shakespeare, haverá “mais coisas no céu e na terra que em toda a vossa filosofia”?
Uma colecção que não promete respostas, mas tão só fazer perguntas. E ao fazê-lo, questionando, estará a cumprir um desígnio essencial: fazer Ciência com Consciência.


A direcção do CTEC

Obras da mesma colecção editadas pela Ésquilo:

Em Busca da Realidade Divina

Fátima e a Ciência

Vida Depois da Morte

Nós, a Partícula e o Universo



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