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«Ciência e Consciência» - I:
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«Ciência e Consciência» - II:
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«Ciência e Consciência» - III:
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«Ciência e Consciência» - V:
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VIDA
DEPOIS DA MORTE
Ken Wilber | Stanislav Grof | Rupert Sheldrake e outros
Gary Doore (Org.)
Prefácio à edição portuguesa de Paulo
Lima Santos
Formato: 16X23 Cm | Nº de Páginas: 328 | Preço:18,50
1ª Edição: Abril
de 2005
ISBN: 972-8605-48-X
A Ciência ultrapassa a visão materialista e mostra-nos
evidências
da vida post mortem
Com o crescente desenvolvimento da cultura científica ocidental, a crença na
imortalidade da alma perdeu toda a credibilidade. No entanto, um renovado interesse em
experiências de quase-morte estimulou recentemente a pesquisa em áreas como estados
alterados de consciência, misticismo e práticas xamânicas, que têm vindo a revelar a
possibilidade de vida depois da morte.
Neste fascinante estudo exploratório sobre estas questões perenes, o leitor vai
deparar-se com fenómenos que parecem retirados de romances: aparições de entes
falecidos, sensações de viajar através de túneis de luz, recordações aparentes de
vidas anteriores e até encontros com espíritos que habitam outros mundos. Será que
estas experiências indicam de alguma forma o destino da consciência humana depois da
morte? Ou não passam de alucinações induzidas pelo trauma da morte no cérebro de
indivíduos que estão a morrer?
Para os amantes de parapsicologia, filosofia e metafísica, para pessoas que sofrem com a
perda de um ente querido ou para os mais idosos e os doentes terminais que encaram a sua
própria morte, esta colectânea de trabalhos originais de autores com grande idoneidade
científica traça o percurso da crença na sobrevivência post mortem desde as culturas
arcaicas até às perspectivas actuais.
«Se acreditarmos que a vida humana contém os pressupostos para a perfeição, e se
acreditarmos que o nascimento não consuma um processo da natureza mas o inicia, e que a
morte não interrompe o ciclo das transformações mas reanima-o, a nossa visão do mundo
amplia-se.»
Agustina Bessa-Luís
COLECÇÃO «CIÊNCIA E CONSCIÊNCIA»
Uma nova colecção e uma colecção que se
pretende nova. Capaz de acompanhar os desafios dos saberes complexos. A ilusão do linear
vai-se esvaindo nas névoas do sonho positivista comtiano, conquanto resistam alguns dos
seus fantasmas.
Complexidade ou simplicidade? Que formato para a essência do mundo? Falamos do kosmos,
bem entendido, no sentido naturalista dos antigos gregos, fisicamente ordenado, não do
mundo, social e culturalmente organizado em torno de referências religiosas e
morais. Falamos da riqueza, ainda por apreender, do unum in diversis o universo
ao qual todas as coisas estão inapelavelmente sujeitas, em qualquer tempo e
espaço.
Falamos desse universo, em que todas as coisas estão separadas no e pelo espaço, mas no
qual, ao mesmo tempo, não há separação.
Falamos da consciência que temos desse universo, abismados perante o Todo, mas
determinantes e necessários para a sua infinitude ao questioná--lo como tal. E das
dimensões dessa consciência que irrompem, súbitas, na experiência humana desse
espanto.
Desse cosmos que nos absorve, emerge, ao que tudo indica, uma noção de complexidade onde
parecem dissolver-se a ordem e a desordem. Dissolver-se ou completar-se?
Ciência e Consciência é, pois, a continuação de uma viagem em busca da ordem
invisível, dos principia que regem o cosmos. Caminho percorrido por Pitágoras,
Descartes, Newton, Einstein e a física quântica, estranhamente coexistentes, para ser
revelada por Alain Aspect ao testar o parodoxo EPR e o estranho enamoramento
das partículas que, tendo interagido num dado momento, não mais se esquecem. Estejam
onde estiverem...
Gaston Bachelard dizia: Só há ciência do oculto. Desta desalentadora
proposição, deduz Edgar Morin, que ao procurar o invisível, encontramos, por
detrás do mundo das aparências e dos fenómenos, o arrière--monde das leis
que, em conjunto, constituem a ordem do mundo. Chegaremos a instituir essa fonte
numinosa, além do mundo das aparências, das ilusões, dos epifenómenos? Ou como
escreveu Shakespeare, haverá mais coisas no céu e na terra que em toda a vossa
filosofia?
Uma colecção que não promete respostas, mas tão só fazer perguntas. E ao fazê-lo,
questionando, estará a cumprir um desígnio essencial: fazer Ciência com Consciência.
A direcção do CTEC
Obras da mesma colecção editadas pela Ésquilo:
Em Busca da Realidade Divina
Fátima e a Ciência
Teoria do Céu
Nós, a Partícula e o Universo
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